Eu estou muito alegre com o lançamento do meu primeiro livro que tem o titulo: AUTRONOMIA, INCLUSÃO & EMANCIPAÇÃO: vidas em construção para além dos limites.

Tem o selo da Editoria Appris. Sou grato aos profissionais que contribuiram para uma belissima edição e tenho contado com vários outros profissionais da ediora que continuam apoiando na pós impressão. O livro está a venda nas principais livrarias e lojas que comercializam livros.

O que o livro se propõe?

Quem são essas pessoas Audaciosas e espevitadas que precisam do “saberprática” da assim denominada Educação Especial? O livro Audaciosos e espevitados – limites que são linhas ultrapassadas – apresentam que tais pessoas ultrapassaram os limites do sujeito moderno que controla sua razão, individualista e ampliaram suas possibilidades como seres humanos. São pessoas repletas de possibilidades, ricas e amplas, são sujeitos com a razão ampliada, e que não são limitados na atribuição de sentido, da experiência mesma. O sentido do ser e o do fenômeno não está separado. Para assim compreendermos a intersubjetividade como movimento do sujeito encarnado para o encontro com o outro dialogamos com Edmund Husserl, Maurice Merleau-Ponty, Emmanuel Lévinas e Paulo Freire. Em Husserl a fundamentação enquanto universalidade está no outro. As alteridades se apresentam. Trata-se de pensar a intersubjetividade como movimento do sujeito encarnado corporal para o encontro com o outro – eles existem e estão na sua frente. São pessoas que são mais do que elas próprias sabem de si mesmas – elas são infinitas em sua possiblidades. Quem são os cadeirantes? As Audaciosas Espevitadas com rematóide juvenil? Ou Sangue Bom cegos, surdos, deficientes mentais? Diante deles imagine você colocando em suspenso o que sempre pensou, imaginou. Diante deles interrogue a você mesmo: os seus preconceitos, seu positivismo, seu dualismo, suas ideias de normal/anormal, seu arraigamento com o certo e o errado, em alguns momentos parecerá que não há chão para pisar, um chão que nunca esteve lá, mas que sempre pensou  que estivesse, e que ainda é difícil se livrar dele, pois sempre há muita gente que está lhe puxando para ele, pois o chão existe para muitos.

O autor se dirige a quem? 

Professores, pais, funcionários de RH, empresários, médicos, enfermagem – quem cuida de pessoas.


 

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